terça-feira, 17 de maio de 2011

Congresso Internacional do Expo Digitalks 2011


Profissionais influentes do mercado de marketing digital apresentarão suas idéias e experiênciasdentro dos diversos temas da publicidade digital, em 2 dias do Congresso Internacional.


Será uma grande oportunidade para atualização profissional, troca de experiências, networking, e de acesso às novidades do marketing digital.


Mais informações do Congresso Internacional do Expo Digitalks 2011: 


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Programação

Apple se torna a marca mais valiosa do mundo



Na última semana a Apple ultrapassou a Google como a marca mais valiosa do mundo, de acordo com um estudo elaborado pela agência mundial de marcas Millward Brown. Após quatro anos de liderança do maior serviço mundial de buscas na Internet, a fabricante do iPad foi avaliada em US$ 153 bilhões. A quantia é quase metade do valor de mercado da Apple, segundo o estudo anual feito pela BrandZ.
Superando a Microsoft, em 2010 a Apple se tornou a empresa de tecnologia com maior valor de mercado. No ranking das maiores empresas de tecnologia e comunicação, o Google aparece na segunda posição, a IBM em terceiro e a Microsoft em quinto lugar.
O relatório da Millwar Brown também mostrou que metade das 13 marcas que estrearam nos rankings regionais estão no Brasil e na China. A Petrobras lidera o ranking latino-americano, com a sua marca avaliada em US$ 13,42 bilhões.


Fonte: Uol

Google News: geolocalização facilita busca por notícias


Serviço é chamado de “News Near You" e inicialmente está disponível apenas

em território americano

Baseado em sistema de geolocalização, o Google News permite agora que o usuário veja as notícias próximas ao local em que se encontra. Disponível para iOs e Android, o serviço é chamado “News Near You”, algo como, Notícias Próximas a Você, e inicialmente está disponível apenas em território americano.

O serviço existe desde 2008, mas apenas para a web. O sistema disponibilizado para os dispositivos móveis é totalmente baseado neste criado anteriormente.

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sábado, 14 de maio de 2011

Jovem está preferindo o transporte publico em vez de carro particular. O mundo digital tem culpa?


A Internet causou estragos na indústria da música, das companhias aéreas e até na mídia. Além disso, pode estar fazendo a mesma coisa no setor automotivo. É uma mudança que vem acontecendo debaixo do nariz dos comerciantes: O automóvel está se tornando cada vez menos relevante para um número crescente de pessoas com menos de 30 anos de idade. E poder ter amplas implicações para o marketing do setor, além do mercado de seguro, gasolina e varejo.
Para se ter uma idéia, em 1978 cerca de 50% dos jovens de 16 anos já dirigiam. Em 2008 esses números alcançaram 31%. Quando se fala de pessoas com 17 anos a diferença aumenta - Em 1978 eram 79%, já em 2008 são apenas 49%. Com jovens de 18 anos a diferença é de 18% entre as duas datas (1978: 86% / 2008: 68%). Com jovens de 19 anos o resultado é 92% contra 77%.
William Draves culpa a internet. O presidente da Lern, consultoria que se concentra principalmente em jovens, sustenta que a era digital está transformando os Estados Unidos no início deste século.
Sua teoria é que quase tudo relacionado a mídia digital deixa os carros menos desejável ou útil. Fazendo do transporte público algo muito mais relevante porque o jovem pode mexer em seu computador, assistir a TV móvel ou acessar a internet.
"O tempo torna-se muito valioso para eles. Você pode trabalhar em um trem. Você não pode trabalhar em um carro. E a diferença é de duas a três horas por dia, ou cerca de 25% do seu tempo produtivo", explica Draves.

Fonte Advertising Age

Google destrói netbook para provar que os dados estão mais seguros na “nuvem”


O Google entrou na onda de destruir aparelhos eletrônicos. Dessa vez a vítima da tortura foi o próprio netbook, o CR-48, apresentado no começo da semana como o primeiro protótipo a usar o Chrome OS, o sistema operacional para netbooks do Google.
O único intuito da empresa é provar que os dados estão seguros quando hospedados na nuvem, exatamente o principal atrativo do sistema operacional recém-lançado.
No vídeo, um rapaz produz um documento no Google Docs em um modelo do CR-48. A medida que vai escrevendo, uma figura bizarra que mais parece um astronauta retira o aparelho das mãos do rapaz e o destrói. Tudo sobre controle! Afinal, o documento está na “nuvem” e o rapaz pode continuar a trabalhar em um netbook novinho em folha.
Os métodos da destruição são os mais incomuns. Variam de xícaras de café caindo sobre o teclado a anões de jardim estraçalhando a tela completamente.  No ponto alto da tortura, chegam a congelar o aparelho em nitrogênio líquido e destroçá-lo em uma máquina especial.

Rede social começa a alugar filmes e competir com Apple, Hulu e NetFlix



Um grande e poderoso player acaba de entrar no mercado de distribuição de filmes. A Warner Bros. Entertainment anunciou nesta terça-feira, 8, que iniciará a distribuição de filmes tanto para venda quanto para aluguel por meio do Facebook. E estreia com “Batman – O Cavaleiro das Trevas” (“The Dark Knight”, no original). “Inicialmente, os filmes estarão disponíveis para aluguel por 3 dólares ou por 30 créditos do Facebook. Posteriormente, outros filmes da Warner serão colocados comercialmente para aluguel e compra.

O Facebook já é o serviço de vídeo que cresce mais rapidamente, com a expansão da oferta de filmes e, certamente, poderá acelerar ainda mais essa oferta com seriados de TV. Em janeiro, conforme a comScore, o Facebook foi o sexto maior provedor de vídeo, à frente de players como Microsoft, Turner e Hulu. Ao contrário do Hulu ou do YouTube, o Facebook, graças à Zynga, já tem um robusto comércio de créditos que suporta as transações feitas pelas pessoas que compram itens virtuais para games como FarmVille e Mafia Wars, por exemplo.

O Hulu e o iTunes, da Apple, detêm a maior parte do conteúdo e têm trabalhado para adicionar funcionalidades (das redes) sociais aos seus próprios serviços. Por quê? Porque enquanto os serviços de busca são úteis, a TV e os filmes são experiências sociais e essas empresas acreditam que as conexões sociais poderão servir como uma alavanca para a descoberta de conteúdo. As pessoas querem saber o que seus amigos (ou comunidades) assistem e o Facebook pode ser a rede mais bem posicionada para facilitar esse acesso.

A grande questão é saber o quanto o YouTube está perto de entrar no negócio de venda e aluguel de filmes e seriados de TV. Por enquanto, YouTube tem um catálogo limitado de filmes para alugar, como “Cães de Aluguel”, de Quentin Tarantino (“Reservoir Dogs”, no original), por US$ 1,99, por meio de streaming de vídeo com anúncios, ou “O Jovem Mestre do Kung Fu”, de Jackie Chan (“The Young Master”, no original). A estratégia do YouTube parece óbvia: não pagar as taxas de Hollywood pelo conteúdo. Ao contrário, o YouTube, aparentemente, quer cultivar um novo mercado para vídeos curtos que já existe fora de Hollywood.

“Batman – O Cavaleiro das Trevas” não é novo. É de 2008. E o Facebook, aparentemente, usa os mesmos termos do iTunes, que aluga o filme por US$ 2,99 e vende por US$ 9,99. Mas, o Facebook (e a NetFlix) tem algo que a Apple não tem: está instalado como uma aplicação na maior parte das TVs conectadas.

Há outra similaridade entre Facebook e Apple: ambos ficam com 30% dos créditos das transações. Ainda, se o Facebook conseguir convencer os estúdios a vender seus produtos diretamente nos seus próprios termos, não há razão para que o catálogo da rede social não se expanda rapidamente. As ações da NetFlix abriram em baixa de 3% na Nasdaq nesta manhã de terça-feira, 8, quando o acordo entre a Warner e o Facebook foi anunciado.

Do ( Advertising Age).